Se os arquitetos e engenheiros ditos de renome, apostassem mais nesses recursos, todos seríamos beneficiados pois, de uma ou de outra forma, a mídia daria mais ênfase e os prórpios clientes acabariam por impor certos padrões sustentáveis em seus projetos.
Sabemos da dificuldade, num país como o nosso, continental, de apostar e mesmo "ir fundo" nesse conceito, só vemos alguém interessado quando a mídia ressalta, ou quando a propaganda gerado é maior que o custo, ssabemos também da discrepância que existe entre pensar, acreditar e fazer, mas é aquela velha história, se cada um faz sua parte, o todo ganha.
O governo incentiva, cobra, mas não impõe restrições aos fornecedores para que se adequem ao tema, o privado, só quer saber "quanto custa" e acaba desistindo, pois o custo inicial é alto, mas foi assim também com o aquecimento solar, demorou até percebessem, e não todos ainda, que o custo-benefício se faz sentir no bolso também.
Finalmente, algumaas prefeitura, a exemplo da de Itatiba, interior de São Paulo, estão obrigando os projetos, quando da solicitação de habite-se, apresentarem documentação comprobatória de uso de madeira certificada, mas muitos fornecedores fraudam, e os profissionais, bem, esses preferem fazer vistas grossas desde que resolva o "problema".
É pena que na nossa categoria ainda existam pessoas assim.
Idéias como as placas de OSB, onde se aproveitam laascas de madeira, reduzem o impacto, mas muitos acham "feio" aquele tapume verde.Mas o que é mais "feio" ele ou aquele outro, depois de um tempo? ou mesmo é mais "feio" o uso dele ou do outro que usa madeira normal?
A Universidade São Francisco, campus Itatiba, onde existe o curso de Engenharia Civil, foi laureada com o prêmio ODEBRECHT de projeto sustentável, em suas atividades egtr-curriculares, os alunos incentivaram os "catadores" da cidade a pegarem entulho descartada de obra e fizeram uma fábrica de blocos com eles, vendendo e tornando o projeto viável, o prêmio, parte em dinheiro, ajudou a comprar novos maquinários e o projeto continua.
Sustentabilidade se consegue dia-a-dia, como já disse de outra vez, vai desde não jogar fora o lixo nas estradas, até mesmo a estipular, exaustivamente, materiais e inovações que façam a diferença. Esse o desafio dos novos arquitetos e arquitetas, nas certeza que eles, mais que nós, podem influir de forma significativa num mundo novo.
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